Tambores Batá
O tambor é utilizado para enviar e receber mensagens espirituais, e é essencial na preservação da tradição oral nas culturas Yorubás.
Música aos santos Africanos
Na cultura dos índios americanos, os
tambores são objetos sagrados, usados pelo Xamã (
líder espiritual ) na cerimônias de cura.
Danças aos Orichas
A musica e a dança sempre foram os
principais geradores dessa comunicação com os Deuses, e
uma forma de linguagem activa entre homem e os Orichas.
Publicidade
.................................................................................................................................................
Tambores
são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os
primeiros foram criados e manuseados ainda na Pré –
História, com o objectivo
de
saudar os
Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida
por meio da caça aos animais.
Milénios se
passaram e centenas de representações religiosas ou
espirituais foram criadas de acordo com a cultura e
a cosmo visão de cada povo, de cada etnia,
principalmente de acordo com os padrões sócio –
económicos de cada época. Imagens, cerimónias,
mitologia, liturgias, símbolos, tambores, chocalhos
e atabaques, são expressões da arte na religiosidade
e na espiritualidade. O homem pré – histórico
acreditava que a pele da
sua caça esticada em troncos de arvores reproduzia o
choro do animal morto.
Em sua fase mais primitiva, a
manifestação religiosa do homem tinha como base
principal o contacto
com as divindades – o transe.
A musica e a
dança sempre foram os principais
geradores
dessa comunicação com os Deuses. Alguns
historiadores e antropólogos do século vinte
destacaram a ideia de que a maneira utilizada para
se chegar aos conhecimentos místicos em religiões
primitivas, esteve sempre associada ao êxtase ( o
transe ) provocado pelo toque do tambor. Esse
instrumento seria então o responsável pela
comunicação entre o homem e as divindades – seres
responsáveis pelo comando da Natureza em nosso
planeta.
Mesmo nas
religiões mais antigas, o toque dos tambores também
foi utilizado não somente para o culto às divindades,
mas também como forma de manter contacto com os
espíritos dos mortos.
Os
Tambores na África
Nas sociedades
africanas, a tradição oral é o método pelo qual
histórias e crenças religiosas são passadas de
geração em geração, transmitindo elementos de uma
cultura. Uma parte integrante da tradição oral
africana é, sem duvida, a dança e o canto, e o mais
importante instrumento musical africano é o tambor,
em diferentes tamanhos e formas e para diferentes
fins. O tambor é utilizado para enviar e receber
mensagens espirituais, e é essencial na preservação
da tradição oral. Na religião africana de culto aos
Orichas e Ancestrais, é
considerado sagrado, e seu tocador é classificado
como um comunicador oral. Aquele que toca o tambor é
um orador e um comunicador de mensagens sagradas.
No ritual
religioso, os tambores são o inicio de tudo, sempre
representaram papel muito importante na cultura
africana. Existe um antigo provérbio que diz: ”
Quando os tambores são tocados, eles não mentem “.
O
"Djembe" é
possivelmente o mais influente e a base de todos os
outros tambores africanos, e remota há pelo menos
500 anos d.C. é um tambor sagrado utilizado em
cerimónias de cura, rituais de passagem, culto aos
ancestrais e ainda em danças e socialmente.
Os
Tambores Batá
A origem dos
tambores Bata remonta há mais de 500 anos, e sua
história sobreviveu juntamente com o povo Yorubá,
que chegou à América como escravo, mostrando a
profundidade dessa religião e cultura, das quais é
parte importante. O tambor Bata faz parte da prática
religiosa chamada de “Santeria”, desenvolvida em
Cuba e nos EUA, com influencia principal da religião
tradicional Yorubá, mas também de outros grupos
étnicos, como os de língua Bantu, da região do
Congo. Os tambores Bata podem falar, e não no
sentido metafórico, podem realmente ser usados para
recitar preces religiosas, poesias, saudações e
louvores. Em Cuba, são utilizados em todas as
cerimónias relacionadas aos Orichas,
e recebem o nome de ‘"Bata de Fundamento".
A
sua
fabricação e consagração requerem toda uma força
espiritual, que é inserida dentro de seu cilindro de
madeira. Ao
ser consagrado, recebe o nome de
"Ayàn".
.................................................................................................................................................
Música os Orichas
Escrito por Okanbi / Omo AggayúTambores
são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os
primeiros foram criados e manuseados ainda na Pré –
História, com o objectivo
de
saudar os
Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida
por meio da caça aos animais.
Milénios se
passaram e centenas de representações religiosas ou
espirituais foram criadas de acordo com a cultura e
a cosmo visão de cada povo, de cada etnia,
principalmente de acordo com os padrões sócio –
económicos de cada época. Imagens, cerimónias,
mitologia, liturgias, símbolos, tambores, chocalhos
e atabaques, são expressões da arte na religiosidade
e na espiritualidade. O homem pré – histórico
acreditava que a pele da
sua caça esticada em troncos de arvores reproduzia o
choro do animal morto.
Em sua fase mais primitiva, a
manifestação religiosa do homem tinha como base
principal o contacto
com as divindades – o transe.
A musica e a
dança sempre foram os principais
geradores
dessa comunicação com os Deuses. Alguns
historiadores e antropólogos do século vinte
destacaram a ideia de que a maneira utilizada para
se chegar aos conhecimentos místicos em religiões
primitivas, esteve sempre associada ao êxtase ( o
transe ) provocado pelo toque do tambor. Esse
instrumento seria então o responsável pela
comunicação entre o homem e as divindades – seres
responsáveis pelo comando da Natureza em nosso
planeta.
Mesmo nas
religiões mais antigas, o toque dos tambores também
foi utilizado não somente para o culto às divindades,
mas também como forma de manter contacto com os
espíritos dos mortos.
Os
Tambores na África
Nas sociedades
africanas, a tradição oral é o método pelo qual
histórias e crenças religiosas são passadas de
geração em geração, transmitindo elementos de uma
cultura. Uma parte integrante da tradição oral
africana é, sem duvida, a dança e o canto, e o mais
importante instrumento musical africano é o tambor,
em diferentes tamanhos e formas e para diferentes
fins. O tambor é utilizado para enviar e receber
mensagens espirituais, e é essencial na preservação
da tradição oral. Na religião africana de culto aos
Orichas e Ancestrais, é
considerado sagrado, e seu tocador é classificado
como um comunicador oral. Aquele que toca o tambor é
um orador e um comunicador de mensagens sagradas.
No ritual
religioso, os tambores são o inicio de tudo, sempre
representaram papel muito importante na cultura
africana. Existe um antigo provérbio que diz: ”
Quando os tambores são tocados, eles não mentem “.
O
"Djembe" é
possivelmente o mais influente e a base de todos os
outros tambores africanos, e remota há pelo menos
500 anos d.C. é um tambor sagrado utilizado em
cerimónias de cura, rituais de passagem, culto aos
ancestrais e ainda em danças e socialmente.
Os
Tambores Batá
A origem dos
tambores Bata remonta há mais de 500 anos, e sua
história sobreviveu juntamente com o povo Yorubá,
que chegou à América como escravo, mostrando a
profundidade dessa religião e cultura, das quais é
parte importante. O tambor Bata faz parte da prática
religiosa chamada de “Santeria”, desenvolvida em
Cuba e nos EUA, com influencia principal da religião
tradicional Yorubá, mas também de outros grupos
étnicos, como os de língua Bantu, da região do
Congo. Os tambores Bata podem falar, e não no
sentido metafórico, podem realmente ser usados para
recitar preces religiosas, poesias, saudações e
louvores. Em Cuba, são utilizados em todas as
cerimónias relacionadas aos Orichas,
e recebem o nome de ‘"Bata de Fundamento".
A
sua
fabricação e consagração requerem toda uma força
espiritual, que é inserida dentro de seu cilindro de
madeira. Ao
ser consagrado, recebe o nome de
"Ayàn".
Textos retirados do site http://estudoreligioso.wordpress.com
Música de Aggayu |
Atenção: Algumas músicas
podem não funcionar no firefox
|
Música de Changó |
|
Música de Elleguá |
|
Música de Obatalá |
|
Música de Ochún |
|
Música de Ochosi |
|
Música de Yemanjá |
|
Contador de visitas
O que é a Santeria
A maneira de introdução rápida, a religião da nação
Yoruba da Nigéria, em Africa Ocidental, chegou a
América via Cuba, onde se havia preservado
sintetizada com o catolicismo. A religião se conhece
também como "Regla de Ocha", ou a religião lucumí.
Quem
são os Orichas
Cada pessoa é um ser único e diferente dos demais.
Em Africa, como no resto do mundo, existem distintas
crenças, fundadas em algo original e histórico.
Saiba mais
Oráculo do Dilogun
A
Comunicação com os Orixás pode ser feita pelo
Oráculo de Ocha ou pelo Jogo de Ifa. Olodumarê, o
Deus Criador, deu para Orunla enquanto divindade
manifestada no mundo, o Diloggún.
A Comunicação com os Orixás pode ser feita pelo Oráculo de Ocha ou pelo Jogo de Ifa. Olodumarê, o Deus Criador, deu para Orunla enquanto divindade manifestada no mundo, o Diloggún.
Saiba
mais
Palavras em Yorubá
Saiba um pouco das palavras em Iorubá dos nossos
antepassados africanos. Comunicar com os Orichas, no
seu próprio dialecto é uma obrigação de cada devoto.
Saiba
mais
Ervas dos Orichas
A Mãe Natureza proporciona ao homem uma
infinidade de plantas com valores medicinais. A
flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de
saúde e nossos ancestrais sempre souberam se
aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas
medicinais existe desde o início dos tempos.
Saiba mais
História Povo Yorubá
Falado principalmente na Nigéria, o idioma yorubá é
complexo e arraigado em tradições. É o segundo maior
idioma da Nigéria, é falado em várias seitas
difundidas pelo mundo, entre estes estão a República
do Benin, Cuba, Brasil, Trinidad, e Estados Unidos.
Saiba
mais
Tarefas e Obrigações
Neste texto que a seguir apresento, mostro
algumas das tarefas e obrigações que alguém que
deseje entrar na Prática Yorubá, principalmente na
Regra Osha/Ifá e que não tenha uma ideia firme sobre
esta religião.
Saiba
mais
Palo Monte
Sou um Mestre Espiritual, O Tata Fundador de
Palo Monte Mayombe Regra Kimbiza Sagrada Sarabanda
nos Estados Unidos da América, e Somos quem somos,
Paleros ao Serviço da Humanidade e somos um Cabildo
(Templo), Fundamental e Independente e nos sentimos
orgulhosos de ser o que somos e levar a religião por
todo o mundo.
Saiba mais
Boveda Espiritual
Aqui deixo breve uma explicação de como se
desenvolve uma sessão espiritual, baseando em
testemunhos e por experiência própria. Levanto um
bocado do véu do que se passa numa sessão espiritual
e como devemos procurar nesta sessão os nosso guias
e espíritos do passado.
Saiba mais
Os Egguns
Os mortos (ikús) os espíritos que nos rodeiam (egguns)
devem serem atendidos, com o mesmo respeito tanto
como aos SANTOS (Orishas). A reverencia aos
antepassados é um dos pilares das religiões
africanas.
Saiba mais
Sou um Mestre Espiritual, O Tata Fundador de Palo Monte Mayombe Regra Kimbiza Sagrada Sarabanda nos Estados Unidos da América, e Somos quem somos, Paleros ao Serviço da Humanidade e somos um Cabildo (Templo), Fundamental e Independente e nos sentimos orgulhosos de ser o que somos e levar a religião por todo o mundo.
Saiba mais



