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Santeria Cubana

Santeria é uma religião da nação Yoruba da Nigéria, em África Ocidental que veio através dos escravos que foram trazidos para Cuba para trabalhar nas plantações de açúcar. Santeria, também conhecido como o "caminho dos Santos," é o termo aplicado aos escravos, que adoravam os seus Santos “primitivos” em detrimento dos Santos Católicos. A religião se conhece também como “La Regla de Ocha”, ou a religião lucumí. Varias religiões equivalentes se praticam no Brasil e, também em África ocidental.

O que é a Santaria?
A maneira de introdução rápida, a religião da nação Yoruba da Nigéria, em África Ocidental, chegou a América via Cuba, onde se havia preservado sintetizada com o catolicismo. A religião se conhece também como "Regla de Ocha", ou a religião lucumí.

Quem são os Orichas?
Cada pessoa é um ser único e diferente dos demais. Em África, como no resto do mundo, existem distintas crenças, fundadas em algo original e histórico.

Oráculo do Dilogun
A Comunicação com os Orixás pode ser feita pelo Oráculo de Ocha ou pelo Jogo de Ifa. Olodumarê, o Deus Criador, deu para Orunla enquanto divindade manifestada no mundo, o Diloggún.

Palavras em Yorubá
Saiba um pouco das palavras em Iorubá dos nossos antepassados africanos. Comunicar com os Orichas, no seu próprio dialeto é uma obrigação de cada devoto.

Ervas dos Orichas
A Mãe Natureza proporciona ao homem uma infinidade de plantas com valores medicinais. A flora brasileira constitui uma fonte inesgotável de saúde e nossos ancestrais sempre souberam se aproveitar desta riqueza, pois o uso das plantas medicinais existe desde o início dos tempos.

História Povo Yorubá
Falado principalmente na Nigéria, o idioma yorubá é complexo e arraigado em tradições. É o segundo maior idioma da Nigéria, é falado em várias seitas difundidas pelo mundo, entre estes estão a República do Benin, Cuba, Brasil, Trinidad, e Estados Unidos.

Tarefas e Obrigações
Neste texto que a seguir apresento, mostro algumas das tarefas e obrigações que alguém que deseje entrar na Prática Yorubá, principalmente na Regra Osha/Ifá e que não tenha uma ideia firme sobre esta religião.  

Palo Monte
Sou um Mestre Espiritual, O Tata Fundador de Palo Monte Mayombe Regra Kimbiza Sagrada Sarabanda nos Estados Unidos da América,  e Somos quem somos, Paleros ao Serviço da Humanidade e somos um Cabildo (Templo), Fundamental e Independente e nos sentimos orgulhosos de ser o que somos e levar a religião por todo o mundo.

Boveda Espiritual
Aqui deixo breve uma explicação de como se desenvolve uma sessão espiritual, baseando em testemunhos e por experiência própria. Levanto um bocado do véu do que se passa numa sessão espiritual e como devemos procurar nesta sessão os nosso guias e espíritos do passado.

Os Egguns
Os mortos (ikús) os espíritos que nos rodeiam (egguns) devem serem atendidos, com o mesmo respeito tanto como aos SANTOS (Orishas). A reverencia aos antepassados é um dos pilares das religiões africanas.

Música dos Orichas

 

Escrito por Okanbi / Omo Aggayú

Tambores são tão ancestrais quanto o próprio homem. Os primeiros foram criados e manuseados ainda na Pré – História, com o objetivo de saudar os Deuses e como forma de agradecer a comida conseguida por meio da caça aos animais.

Milénios se passaram e centenas de representações religiosas ou espirituais foram criadas de acordo com a cultura e a cosmo visão de cada povo, de cada etnia, principalmente de acordo com os padrões sócio – económicos de cada época. Imagens, cerimónias, mitologia, liturgias, símbolos, tambores, chocalhos e atabaques, são expressões da arte na religiosidade e na espiritualidade.

O homem pré – histórico acreditava que a pele da sua caça esticada em troncos de arvores reproduzia o choro do animal morto. Em sua fase mais primitiva, a manifestação religiosa do homem tinha como base principal o contacto com as divindades – o transe.

A musica e a dança sempre foram os principais geradores dessa comunicação com os Deuses. Alguns historiadores e antropólogos do século vinte destacaram a ideia de que a maneira utilizada para se chegar aos conhecimentos místicos em religiões primitivas, esteve sempre associada ao êxtase ( o transe ) provocado pelo toque do tambor. Esse instrumento seria então o responsável pela comunicação entre o homem e as divindades – seres responsáveis pelo comando da Natureza em nosso planeta.

Mesmo nas religiões mais antigas, o toque dos tambores também foi utilizado não somente para o culto às divindades, mas também como forma de manter contacto com os espíritos dos mortos.
 
Os Tambores na África

Nas sociedades africanas, a tradição oral é o método pelo qual histórias e crenças religiosas são passadas de geração em geração, transmitindo elementos de uma cultura. Uma parte integrante da tradição oral africana é, sem duvida, a dança e o canto, e o mais importante instrumento musical africano é o tambor, em diferentes tamanhos e formas e para diferentes fins.

O tambor é utilizado para enviar e receber mensagens espirituais, e é essencial na preservação da tradição oral. Na religião africana de culto aos Orichas e Ancestrais, é considerado sagrado, e seu tocador é classificado como um comunicador oral. Aquele que toca o tambor é um orador e um comunicador de mensagens sagradas.
No ritual religioso, os tambores são o inicio de tudo, sempre representaram papel muito importante na cultura africana. Existe um antigo provérbio que diz: ” Quando os tambores são tocados, eles não mentem “.

O "Djembe" é possivelmente o mais influente e a base de todos os outros tambores africanos, e remota há pelo menos 500 anos d.C. é um tambor sagrado utilizado em cerimónias de cura, rituais de passagem, culto aos ancestrais e ainda em danças e socialmente.

Os Tambores Batá

A origem dos tambores Bata remonta há mais de 500 anos, e sua história sobreviveu juntamente com o povo Yorubá, que chegou à América como escravo, mostrando a profundidade dessa religião e cultura, das quais é parte importante. O tambor Bata faz parte da prática religiosa chamada de “Santeria”, desenvolvida em Cuba e nos EUA, com influencia principal da religião tradicional Yorubá, mas também de outros grupos étnicos, como os de língua Bantu, da região do Congo.

Os tambores Bata podem falar, e não no sentido metafórico, podem realmente ser usados para recitar preces religiosas, poesias, saudações e louvores. Em Cuba, são utilizados em todas as cerimónias relacionadas aos Orichas, e recebem o nome de ‘"Bata de Fundamento". A sua fabricação e consagração requerem toda uma força espiritual, que é inserida dentro de seu cilindro de madeira. Ao ser consagrado, recebe o nome de "Ayàn".
 
Textos retirados do site http://estudoreligioso.wordpress.com

Música de Aggayú   Música de Yemanjá
 
Música de Changó Música de Ochosi
 
Música de Elleguá   Música de Ochún
 
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