Anastácia Centro Terapias Alternativas
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Sérgio Silveira
Mestre de Reiki Essencial

 

 

 

 

 

 

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Hospitais públicos do Rio adoptam por terapias alternativas
Meditação para pessoas com cancro e música na UTI caíram no gosto dos pacientes. O resultado foi uma queda de 40% no uso de sedativos e anti-depressivos.
 
Musica na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), sessões de meditação ao ar livre para pacientes com cancro são algumas das terapias alternativas adoptadas por alguns hospitais públicos do Rio de Janeiro. O resultado é não só a satisfação como a melhoria dos doentes.

No Instituto Nacional de Cardiologia, em Laranjeiras, na Zona Sul da cidade, a ideia de levar música para a UTI surgiu de um pedido das enfermeiras, para melhorar o ambiente de trabalho. Mas a iniciativa caiu no gosto dos pacientes, que passaram a se sentir mais tranquilos e até a pedir músicas, em sua maioria clássicas ou instrumentais.

A tranquilidade reflectiu no prontuário, com uma queda de 40% no uso de sedativos e anti depressivos. “Quanto menos medicamento usar melhor” , diz o médico Wagner Alves.
 
Meditação
Se a música pode melhorar um ambiente, o silêncio também pode ser a chave de um tratamento. A meditação ao ar livre vem dando resultado positivos para pacientes com doenças graves, como o cancro, que usam o relaxamento e o controle da mente como aliados.
O projecto foi ideia do psiquiatra Alcio Braz, chefe do serviço de saúde mental do Hospital da Lagoa , que implementou a alternativa, pioneira no SUS, há dez anos. “Melhorou a qualidade de vida das pessoas, que passaram a aceitar a doença e o tratamento”, explica ele.

Uma das beneficiadas foi a administradora Maria de Fátima Dias, que usou o relaxamento para enfrentar a quimioterapia. “A meditação te ajuda a juntar os caquinhos. Já me sinto boa e amo meu corpo”, conta."
 
Noticia do dia 05 de Julho de 2008
Fonte: Jornal São Bernardo
 
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