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Transformação

  • Categoria: Textos
  • Publicado em sábado, 22 dezembro 2012 18:08
  • Escrito por Fernando Silva
  • Visualizações: 9321

Transformar a nossa densidade

Os dias que antecederam o início de Setembro trouxeram uma energia muito pesada, fazendo cair a pique pessoas sensíveis para o que parecia uma névoa espessa de lodo, uma energia densa que muitos sentiram a sua prensença.

Isto foi experienciado tanto fisicamente – sentindo literalmente como se o ar à volta estivesse, de algum modo, mais grosso ou difícil de atravessar – e emocionalmente, sentindo um súbito “qual é o objetivo?” vir para cima de vocês do nada. Curiosamente, a 2 de Setembro houve um “buraco coronal” – este é o termo usado quando uma parte do campo magnético do Sol se abre, deixando que os ventos solares corram na direção da Terra. Os buracos coronais são 100 vezes menores em densidade do que o resto do halo (a camada externa da atmosfera do Sol). De acordo com a ciência oficial do espaço e do tempo, as pessoas sentirão estes efeitos na Terra por volta de 5 de Setembro, mas muitos de nós já o sentimos (e ainda de ter acontecido “oficialmente”) porque já não estamos mais limitados pelas velhas regras do tempo/espaço da 3D. Esta súbita pressa de energia super densa parece um pouco exuberante porque está a agir como um íman a puxar de dentro de nós toda a nossa energia densa. Está a puxar de dentro dos outros todas as suas energias densas o que, por sua vez, desencadeia ainda mais a nossa! Embora desafiador, eventualmente isto oferece-nos uma oportunidade de fazermos uma boa limpeza! Podemos chegar detalhadamente àqueles lados de que nos esquecemos ou evitamos lidar com aquele monte de poeira no canto. Como sempre, como com qualquer mudança, iremos emergir a sentir-nos mais leves e mais luminosos. Também é bom ter em mente que, apesar dos momentos densos estarem a parecer mais densos, estamos a movimentar-nos através de cada onda cada vez mais depressa – e o próprio facto das ondas mais densas parecerem TÃO más é realmente uma indicação boa e positiva de quão alto estamos a vibrar estes dias!

Buracos coronais à parte, estamos em geral a experienciar agora bastantes encontros com a densidade, ao nível pessoal e ao nível global/coletivo – iremos vê-la a continuar a jogar na política, na economia, nos media e socialmente. Porquê? Embora estejamos a experienciar mais luz vibratória mais elevada no planeta do que alguma vez antes, esta luz está também a fazer com que qualquer energia mais densa (vibracionalmente inferior) se torne mais óbvia. A distinção entre as nossas vibrações mais baixas e mais altas está a tornar-se mais óbvia, mais confrontadora, mais intensa.

Se alguma vez acharam bastante difícil estar perto de certas pessoas ou situações, agora podem sentir como se mal pudessem respirar e a sufocarem nessa energia. Para aqueles que estão ainda mais ligados à energia mais densa, e para aqueles aspetos dentro de nós que ainda estão em densidade, têm necessidade de trabalhar mais para empurrarem o aumento da energia cada vez “mais leve”. O nível de resistência é exaustivo e fisicamente debilitante, no entanto, até que mantenhamos qualquer medo da nossa energia superior, vamos continuar com esta história.

Quem temeria, ou por que temeríamos a energia superior? Por muitas razões – algumas associadas com o mover para uma vibração superior com uma perda de poder, perda da zona de conforto, perda de noções pre-concebidas de estabilidade e de segurança. Alguns de nós ressentimo-nos da nossa própria energia superior porque temos falsas crenças de que não somos abundantes ou dignos, e nunca seremos. Assim, quando nos deparamos com essa energia superior nos outros, isso pode desencadear ondas de tsunamis de emoção e violência. A raiva que vimos nos Tumultos de Londres foi um exemplo perfeito de um “levantamento vibracional” – a densidade já não pode mais permanecer adormecida, ignorada ou ser varrida para debaixo do tapete. As nossas almas estão a ser magneticamente chamadas para o nosso nível de vibração mais elevado possível e, quando sentimos que não o podemos ter, ou recuamos mais para dentro para a nossa densidade, ou explodimos com fúria. Tudo está a mudar para um maior equilíbrio, e o grau em que estava em desequilíbrio será o grau em que o aparente caos segue, à medida que passa pelo seu processo de equilíbrio.

Desta forma, não se surpreendam de ver mais pessoas a ficarem zangadas e a atacarem verbal ou fisicamente “a partir do nada”. Iremos ver estes “ataques” em interações pessoais e também no palco político, nos media, mais agitação social e civil, etc. – tal como a energia superior não é compatível com energias densas, imaginem, estas sentem-se sufocadas pelas primeiras! Nós sentimo-nos sufocados pelo que tememos dentro de nós e, assim, tememos isso nos outros (seja densa/alta, luz/escuridão/, bom/mau) – e, então, a solução é reconhecerem o que temem, porque até que o façam é sufocante de uma maneira ou de outra.

A vida não é a preto e branco e nem nós o somos. Então, apesar de sentirmos que podemos, normalmente, colocar algumas pessoas na categoria da energia “densa” e outras na categoria da “vibração mais alta”, TODOS temos ambas as energias dentro de nós a um grau maior ou menor. Desta forma, se vocês se considerarem “vibração mais alta”, ainda têm alguma densidade dentro de vocês e é essa densidade que está na vossa frente neste momento, a vir à tona para vocês a reconhecerem e transformarem. É essa densidade que cria o sentimento de “sufoco” se estiverem na presença de certas pessoas. Não o sentem porque “eu devo estar a captar a energia densa deles”, sentem-no porque algo que tenha a ver com densidade na sala (seja com essa pessoa ou na dinâmica entre vocês) está a desencadear densidade em vocês.

Desta forma, o que é a densidade? Vibratoriamente, é o que é mais pesado e menor do que o que é mais leve e mais alto. Energeticamente, no contexto em que estamos no processo de um salto quântico na nossa evolução levando-nos a incorporarmos quem realmente somos aqui no planeta Terra, é o grau em que tapámos, ou não podemos ver  o TODO de quem nós somos verdadeiramente.

Assim, se estiverem desconfortáveis na presença de certas pessoas ou situações – quer seja a sua atitude miserável ou a sua alegria feliz que os faz desencadear – as perguntas a fazer a vocês próprios são: que densidade dentro de mim está isto a desencadear? Tenho medo que a atitude miserável ou falta de mentalidade quee alguém de algum modo passe para mim? Se assim é, a minha densidade está na verdade a tapar a parte da minha força/saber interior para eu criar a minha própria realidade? Está a tapar parte da minha abundância mental? Está a cobrir a minha capacidade de ter limites fortes? Está a cobrir a minha gratidão pela minha vida maravilhosa? Tenho medo que a felicidade ou a alegria de alguém diminua, se de algum modo, é a minha oportunidade de felicidade e alegria? A densidade que eu sinto à volta dessa felicidade e alegria está, na verdade, a tapar o meu desejo de felicidade e alegria? Está a ocultar o meu conhecimento inato do que preciso fazer exatamente para permitir essa felicidade e alegria? Está a ocultar quaisquer paixões, desejos e necessidades dentro de mim que, uma vez reconhecidos, me levariam à minha própria felicidade e alegria? Está a ocultar essa parte de mim que sabe, sem dúvida, que eu tenho o direito a sentir-me bem!

A densidade é realmente como as nuvens que cobrem um campo verde, ocultando temporariamente o sol, criando uma sombra. A densidade é a nossa sombra – essa sombra dentro de nós que nós não reconhecemos. Assim, quando estiverem a sentir densidade (peso emocional), saibam que transformá-la é tão simples como perguntar:

 

“O QUE É QUE ESTÁS A OCULTAR DENTRO DE MIM AGORA?”

A questão seguinte é então: por que é que eu estou a ocultar estas coisas? Fazer um diário é uma forma fabulosa de receber algumas respostas sobre estas questões. Confiem no que surgir. Muitas pessoas que são novas na redação de um diário sentem como se estivessem a “inventar” quando as respostas aparecem. Vocês não estão a inventar. Olhem para isso como o vosso autêntico eu superior, sábio, lhes estivesse a enviar e-mails através da vossa pen! Logo que tenham alguma clareza, é hora de se movimentarem para a próxima fase de transformarem a densidade, que é destaparem o que tem estado a ser tapado.

Há imensas maneiras de fazer isto, dependendo do nível de densidade/espessura das capas e de quanto já trabalharam nisso realmente. Se nunca trabalharam numa questão particular antes, podem gravitar mais na direção de terem uma sessão de cura. Caso contrário, provavelmente estarão auto equipados o suficiente para fazerem algumas afirmações e visualizações para ajudar a reativar e despertar estes vossos aspetos ocultos. Se vocês já o tiverem feito e se estão a sentir-se presos, o próximo passo é passarem da teoria à prática e incorporarem estes novos aspetos o que exige, normalmente, fazerem uma mudança consciente nos vossos pensamentos, sentimentos e ações.

Aquilo em que pensam ou sentem, regularmente, corresponde à vossa mentalidade de abundância recém-descoberta? As vossas ações e comportamentos correspondem à vossa força interior recém-descoberta? Mantenham-se atentos e reparem realmente quando os vossos pensamentos, sentimentos e ações não combinam com quem vocês sabem agora, quem são verdadeiramente. Não há necessidade de se fustigarem ou de fazerem um diário de cem páginas novamente, reconheçam simplesmente que os novos padrões levam tempo a incorporar. Parem os vossos trilhos quando percebem o que estão a fazer, respirem fundo e redirecionem o vosso comboio.

À medida que experienciarem as últimas páginas da nossa libertação da densidade, iram ver mais “dramas” a desenrolarem-se à vossa volta – de novo, pessoal, social e globalmente. É importante, não ser apanhado nestes dramas. Eles são como buracos negros sugando qualquer coisa densa para eles com uma forte atracão magnética, gravitacional. Em situações pessoais, coloquem a vossa oferta de ajuda em cima da mesa, se for necessário, mas depois deem um passo atrás. Não é hora de entrarem num frenesim emocional, de se esgotarem tentando que a vossa mãe/melhor amigo/colega de trabalho veja que estão num casamento/relação/emprego tóxico enquanto eles continuam a estar onde estão. Esta não é a hora de se juntarem à propaganda de “o céu está a cair” enquanto a economia colapsa e o clima da Terra se torna mais imprevisível. Não sejam apanhados no pensamento demolidor de que tem havido alguma espécie de erro universal colossal. A transformação exige que certas coisas ruam antes de coisas novas poderem nascer.

Alguns povos irão agarrar-se ao velho da vida estimado por medo que este colapso seja o fim. Não fomos ensinados acerca dos ciclos naturais da morte e do renascimento e, assim, tememos a transformação apesar de ela levar sempre a alguma coisa de melhor. Uma das coisas mais construtivas que podem fazer durante a transformação – seja a vossa própria, a dos vossos amados ou a de uma situação global – é honrar o processo. Honrar que o que pode parecer-lhes, “ela está presa numa situação miserável”, é a mesma situação que a pessoa precisa agora para desencadear o que precisa de desencadear. Lembrem-se de que se vocês cortarem uma crisálida para tentarem tornar mais fácil para a emergente borboleta, a borboleta não será capaz de voar. Colocarem-se de fora da crisálida é uma iniciação. O que parece uma luta é, na verdade, o fortalecimento e a preparação das asas da borboleta para voar. É por isso, que os nossos irmãos e irmãs galácticos não vieram “salvar-nos” – nós temos que fazer isso por nós mesmos, caso contrário teríamos deitado abaixo todo o nosso propósito para estarmos aqui.

As pessoas entendem erradamente que a “não interferência” significa “não fazer nada”. Sejam quem são, brilhem a vossa luz – isto é de longe, mais do que não fazer nada. Ao fazerem isto estão a segurar uma tocha, ajudando os outros a encontrarem o interruptor para a sua própria luz. Falem a vossa verdade, transmitam a vossa mensagem, partilhem o que sabem. Ponham um cobertor à volta de alguém que está a tremer. Deem comida ao que tem fome. Deixem as pessoas saberem que vocês estão lá, se elas precisarem. Joguem uma corda num buraco para alguém subir, mas não vão lá abaixo puxá-los para cima com todo o vosso poder se eles estiverem a resistir a cada puxão! Esta é o sinal para se retirarem.

Este processo de equilíbrio vai ganhar impulso à medida que nos aproximarmos do Equinócio, a 23 de Setembro. Prestem especial atenção, àqueles momentos em que sentem um surto de pânico, em opressão ou como se estivessem a hiperventilar – estão a ser apanhados numa “fenda” da vossa própria energia densa. Está impregnado em nós aqui na Austrália, com tantos de nós a vivermos perto da praia, que se vocês estiverem no mar e forem apanhados numa onda a melhor coisa a fazer é relaxarem, permanecerem calmos e fluírem com a corrente. Os nadadores-salvadores dirão que ficarem calmos é a chave para a vossa sobrevivência. Então, se se sentirem emocionalmente despoletados ao longo dos próximos dias ou semanas, respirem fundo e, em vez de lutarem contra a densidade, entrem nela por momentos, de forma consciente. Perguntem-se: que parte de mim está à procura de equilíbrio? A que parte de mim estou a resistir que me está a chamar agora para que a reconheça e aceite? A partir daí, vocês saem da onda. Para a frente e para cima!

 

© Dana Mrkich

  

Comentários   
#1 Raquel Costa 16-11-2013 20:23
Interessante texto. Recomendo.
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