O texto de Sérgio Silveira é um debate sobre o reconhecimento do Reiki como uma terapia válida em Portugal e a controversa questão da monetarização (cobrança) dos serviços de Reiki. O autor contrapõe uma visão idealista e não-materialista com a necessidade de profissionalismo, estrutura e validação científica para o reconhecimento oficial. Sérgio Silveira relata uma discussão sobre os requisitos para que o Reiki seja reconhecido como uma terapia complementar legítima em Portugal, defendendo a necessidade de organização, ética e compensação monetária.
Sérgio Silveira, como Mestre que depende do Reiki para o sustento familiar, defende que a validação do Reiki requer um esforço metódico e profissional, tal como outras terapias complementares.
Responsabilidade: É responsabilidade dos praticantes mostrar que o Reiki é uma terapia válida.
Vantagens para a Saúde: O reconhecimento virá das vantagens que o Reiki traz à saúde (citando o projeto da enfermeira Zilda Alarcão em Portugal como primeiro passo).
Estrutura e Métodos: Para ser adaptado ao sistema de saúde, é preciso organizar, estruturar e criar métodos válidos que sejam aceites.

O autor compara a luta do Reiki com a de outras terapias que alcançaram o reconhecimento legal em Portugal (Decreto-Lei 45/2003) através de trabalho científico e metódico, incluindo:
Acupuntura
Homeopatia
Osteopatia
Naturopatia
Fitoterapia
Quiropraxia
Para que a terapia seja vista como válida, as formações terão de ser acreditadas por algum organismo nacional.
Sérgio Silveira expressa desilusão com a minoria que ainda vê o Reiki apenas como "energia de Amor" e que despreza a componente material e profissional.
O Erro: Distorcer o Reiki, tratando-o apenas como algo "colorido e cheio de palavras bonitas," e ignorar a sua postura filosófica e as técnicas terapêuticas ligadas à saúde.
A Advertência: Sem conhecimento, desenvolvimento e acompanhamento, e com a falta de profissionalismo e cobrança, o autor e muitos outros não acreditam que o Reiki tenha um futuro "certo" de reconhecimento pelos organismos oficiais.