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Antiga arte de adivinhação

TAROT UMA PROFISSÃO MÍSTICA

Falar do Tarot, é transmitir uma antiga arte de adivinhação que ainda hoje se mantém viva e forte nas mentes das pessoas. Apesar do secretismo e críticas de muitos descrentes, o Tarot é uma orientação concreta e real do que se vai passar e de como podemos alterar algo na nossa vida. A verdadeira lógica consiste na orientação e encaminhamento que as cartas nos dão, e principalmente na liberdade de escolha que o ser humano possui. Para mim uma antiga arte a não esquecer e deverá ser lembrada pela eternidade.

As cartas de Tarot são usadas como adivinhação. O baralho de Tarot consiste de dois conjuntos de cartas, Arcanos Maiores com 22 figuras, como o Louco, o Diabo, a Temperança, o Eremita, o Sol, os Enamorados e o Enforcado. O outro conjunto tem 56 cartas, Arcanos Menores com reis, damas, e valetes de paus (mudanças), espadas (lutas), copas (família) e ouros (dinheiro).

Ninguém sabe a origem, alguns falam do antigo Egito e outros da antiga Mesopotâmia, mas as cartas são um sucesso no ocidente desde o fim da Idade Média. Os quatro naipes mantém-se nos nossos baralhos de 52 cartas: paus (anunciam novidades e mudanças), espadas (sinal de infelicidade e morte), copas (falam de felicidade na família) e ouros (negócio e dinheiro). Estas são as minhas associações, outros desenvolveram as suas.

As cartas de Tarot são lidas, normalmente, por um “profissional”, embora nestes dias da Nova Era, qualquer um pode comprar baralhos com instruções sobre como descobrir o seu eu real e atualizar o seu potencial. Geralmente quem lança as cartas são uma mulher. Não há nada de sexista nisto. As mulheres nada podem fazer se são mais psíquicas que os homens. Pelo menos é um preconceito corrente. Nem há provas de que as mulheres possam predizer o futuro melhor que os homens.

Porque o que está contido nas cartas é um mistério, como as ciências ocultas são misteriosas, não precisamos de nos preocupar com questões de origem, causalidade ou lógica desinteressante. Há algo de romântico na noção de baralhar as cartas e expô-las, desenhar o desconhecido, ter uma vida exposta e explicada, etc. A ideia de olhar uma carta e ela revelar o futuro, tem um misticismo visionário indiscutivelmente atraente. Séculos de avanços científicos e aprendizagem não diminuíram a popularidade do oculto e de guias como o Tarot, tábuas de ouija, astrologia, I Ching, iridologia, búzios, bolas de cristal, folhas de chá, etc.


A necessidade de ser guiado, de ser assistido nas decisões e de ser tranquilizado pode ter raízes na infância. Pois, é na infância que são precisos guias, assistências e orientações. É na infância que precisamos de ser confortados e de que é normal sermos donos do nosso destino. Talvez os adultos que procuram guias no oculto representem gerações de crianças que não foram guiadas, mas ordenadas, não ensinadas a serem donas do seu destino, mas a serem inseguras e submissas.
 

As cartas do Tarot

As cartas do TAROT simbolizam a nossa realidade interior. As figuras nelas representadas são, na verdade, imagens da nossa alma. Elas proporcionam-nos aspetos mais ocultos do nosso mundo interior. Através delas podemos descobrir aspetos insuspeitos da nossa personalidade. As cartas do Tarot representam a chave que nos abre a porta para um mundo do conhecimento, para uma visão renovada da realidade. À medida que o Tarot nos guia no caminho da auto descoberta, ele passa a ser um valioso instrumento de desenvolvimento e aperfeiçoamento do nosso eu verdadeiro.

Quando observamos uma figura contida numa carta do Tarot, é como se estivéssemos, na verdade, a olhar para a nossa própria imagem refletida num espelho. Por isso essas figuras são tão significativas, tão universais e, ao mesmo tempo, tão individuais. Conhecer as cartas faz-nos embarcar numa longa jornada de surpresas e aventuras, onde o prémio pela ousadia é a aquisição de uma imensa sabedoria que, afinal, sempre esteve dentro de cada um de nós, esteve ao nosso redor, apenas não a percebíamos.

 

 
 
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as cartas ciganas no centroanastacia

Consultas de Tarot Cigano

BARALHO CIGANO

tarot cigano é um baralho utilizado para consultas místicas. Foi muito utilizado pelos ciganos devido a ser de fácil interpretação. Composto por 36 cartas contendo ilustrações, naipes e números. Também é o mais direto nas suas respostas, e prevê o presente, passado e futuro. O baralho Cigano é muito procurado para respostas rápidas de sim e não. Sabemos então que é um oráculo muito intuitivo porque antigamente e até aos dias de hoje são utilizados por consultores que normalmente visualizam. Esses consultores que sentem o baralho cigano ou o que a sua entidade cigana deseja revelar, possuem sensibilidade e clarividência, e assim desvendam os mistérios da vida.

 

telefone anastacia Ligue para 229 607 021 ou 913 089 277

 

História do baralho cigano

As cartas ciganas ou o baralho conhecido como "cigano" não foi criado por tal povo. Este baralho maravilhoso é conhecido como o baralho Lenormand, que por usar uma linguagem simples, foi adotado pelo povo cigano. As cartas do Tarot Lenormand são as mais utilizadas no campo da cartomancia atualmente. Foram criadas por Mademoiselle Marie-Anne Adelaide Lenormand, uma cartomante francesa de grande renome que também exercia, além de outras atividades divinatórias, a quiromancia, a clarividência, a leitura de cartas, leitura de folhas de chá, astrologia, entre outras artes.

Mademoiselle Lenormand teve entre as suas clientes, Josefina de Beauharnais, esposa de Napoleão Bonaparte. Ela teria previsto a ascensão e queda do imperador Napoleão, os segredos da imperatriz Josefina e o destino de muitos notáveis do seu tempo. Nasceu em Alençon, na Normandia (1772–1843). Perdeu o seu pai quando tinha apenas um ano e logo em seguida a sua mãe, aos 5 anos. Depois disso foi enviada para um convento, e lá surgiram os primeiros relatos da sua clarividência. Morou em Paris, num período posterior à Revolução Francesa e lá consolidou a sua fama de adivinha. Em 1807, Mlle. Lenormand leu nas mãos de Napoleão a sua intenção de se divorciar de Josefina. Napoleão enviou-a para a prisão durante 12 dias. Esse facto foi o verdadeiro lançamento da sua carreira, e ela tornou-se a cartomante mais popular da sua época.

Em 25 de junho de 1834, aos 74 anos, foi enterrada em Paris, no cemitério Père Lachaise. Por motivos desconhecidos, os segredos do Tarot Lenormand desapareceram temporariamente com o falecimento de Mlle. Lenormand e cerca de 50 anos depois, foram recuperados com a descoberta de alguns manuscritos deixados por Anne-Marie. A partir desses documentos, foram desenvolvidos dois baralhos, um deles conhecidos como Baralho Lenormand e ilustrado com figuras da época e ainda hoje fabricado em França. O outro com figuras mais simples e atuais corresponde à versão utilizada pelos ciganos, propagadores deste baralho.

 

O Pequeno Lenormand

As cartas da "Sibila de Alençon" foi inicialmente publicado em 1828 e tinha 52 cartas, as mesmas do baralho comum. Esse conjunto foi redesenhado e reduzido a 36 cartas por volta de 1840, provavelmente pela própria Mlle. Lenormand, solicitado pela casa de impressão Grimaud. Esse conjunto menor ficou conhecido como Pequeno Lenormand.

Como já acontecia com o baralho de Etteila são adicionadas gravuras diversas às cartas numeradas. Trata-se de um recurso que para a cartomancia popular, facilita a atribuição de significados práticos às cartas. Tal medida por um lado dá maior proximidade ao leitor, por outro, limita a sua amplitude simbólica. A popularidade do baralho Lenormand estimulou incontáveis cópias e imitações por toda a Europa e até hoje é redesenhado.

 

O Grande Lenormand

O baralho mais antigo com o nome Lenormand é o “Sybille des Salons”, com 52 cartas, cada uma delas mostrando uma personagem diferente. A primeira edição de 1828 destinou-se à cartomancia, têm cartas do tipo “a conversa”, “a viagem”, “o casamento”, um estilo que lembra as atuais histórias de banda desenhada. Trata-se de um género bastante popular difundido em França, Inglaterra e Alemanha a partir de 1700. “A Sibila” foi redesenhada pelo célebre ilustrador Grandville, Gérard Jean Ignace Isidore, e publicada com mesmo título por volta de 1840, pela impressora parisiense Grimaud.

 

Atenciosamente,

Conceição Pereira

 
 
 
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78 Cartas de Tarot

CONHEÇA A HISTÓRIA DO TAROT

Para uns, simplesmente um jogo de adivinhação e para outros, um instrumento para o autoconhecimento. Com certeza, o Tarot tem adeptos e inimigos, crentes e céticos. No entanto, a visão estereotipada de um conjunto de cartas mais antigas que se conhecem, como “uma coisa de cartomante” ou mesmo como simples meio místico de previsão de futuro, há muito tempo perdeu o seu valor, principalmente após os estudos do psiquiatra suíço Carl G. Jung.

Atualmente considera-se o Tarot como um conjunto de cartas repletas de símbolos e arquétipos, ligado principalmente ao nosso inconsciente. As origens do Tarot (Tarô) são desconhecidas e há inúmeras teorias sobre isso. A origem exata das cartas do Tarot é obscura e se perde nas névoas do tempo. Como cartas de jogar, podem ter tido os seus primeiros dias numa época tão remota quanto a do antigo Egito. Também se diz que podem ter tido a sua origem na Índia ou China, atingindo a Itália a partir destes países. Poderão terem sido introduzidas no Ocidente pelos cruzados ou pelos árabes, ou mesmo espalhado pela Europa através do povo cigano.
Porém, o que sabemos é que o seu real valor está no simbolismo de cada carta. Na verdade, nenhuma delas comprova ao certo de onde ele veio. Sabemos que essas cartas eram populares na Europa do Renascimento, como um jogo, mas não se sabe como foram parar lá. Até hoje existem associações de jogadores que usam as cartas em jogos de azar, como usamos aqui o baralho normal. A palavra Tarot é extraída das palavras egípcias, TAR, que significa “Caminho” e RO, ROS e ROG, que significam juntas “Caminho Real da Vida”.

A palavra Arcanos é plural da palavra que vem do latim Arcanum, que significa Segredo. Assim, Arcanum é um mistério cujo conhecimento é indispensável para se compreender um determinado grupo de factos, leis ou princípios. O Tarot é formado por 78 cartas, divididas em 22 Arcanos Maiores, que incluem a Temperança, Roda da Fortuna, do Mago, da Estrela, por exemplo, e 56 Arcanos Menores formados pelos quatro naipes, Copas, Ouros, Espadas e Paus. É dos Arcanos Menores que se originou o nosso baralho comum, com os seus naipes, Rainhas, Reis, Cavalheiros e Valetes. Dos Arcanos Maiores, o baralho moderno só herdou, curiosamente, a carta do Louco, chamada agora de Joker.

Existem muitos Tarot antigos, como o Visconti-Sforza, do século XV, exposto na Biblioteca Pierpont Morgan de Nova Iorque, mas entre eles, o mais utilizado é o de Marselha, com figuras medievais. É ele a referência de todos os tarots que conhecemos hoje. A representação das cartas é puramente imaginária e pictórica, múltiplas cores, formas geométricas, figuras da natureza, personagens, objetos e animais. Apesar dos livros, artigos e textos elucidativos sobre os significados do Tarot, os reflexos da sociedade e onde predomina a comunicação verbal, as cartas são e sempre serão símbolos a serem decifrados.

Tarot mais antigo que se conhece é o que se encontra no Cabinet de Estampes, na Biblioteca Nacional de Paris. Segundo alguns poetas e escritores, este destinava-se à distração do melancólico Carlos VI de França. Dizem os historiadores que foi encomendado a Jacques Gringonneur que era astrólogo e cabalista. Durante muito tempo pensava-se que pertenciam a este baralho dezassete cartas pintadas com traços de ouro, de prata, lápis-lazúli e com um pigmento vermelho-escuro denominado como (pó de múmia). Atualmente, acredita-se que são italianas. Um dos mais belos jogos de cartas pertenceu a Duce Filippo Maria Viscont e data de 1392, pelo qual pagou mil e quinhentos florins de ouro ao seu secretário, o sábio e pintor Marziano da Tortona. Existem ainda hoje sessenta e sete cartas originais deste jogo muito antigo.
 
Com o passar do tempo, a apresentação dos emblemas e dos desenhos das cartas, alterou-se. Desde que se começou a lançar, o baralho foi composto por vinte e duas cartas, e quatro séries de cores, cada uma delas contendo catorze cartas. O Tarot de Marselha surgiu nos finais do século XV e XVI, alcançando imediatamente um grande destaque entre os sumptuosos jogos, principalmente os que eram pintados à mão por grandes artistas, que geralmente os dedicavam às famílias mais ilustres como os VISCONTI e SFORZA. O Tarot de Marselha teve uma grande influência sobre muitos jogos que surgiram nos finais do séc XVIII e início do séc XIX, época especialmente apaixonada pelo oculto, na qual se deu um incremento do Tarot. Adquiriu uma forma manuseável e mais sólida quando B.P. GRIMAUD fez-lhe algumas alterações, sem alterar as suas qualidades intrínsecas. Os cantos tornaram-se mais redondos e as cores mais vivas passando a haver um claro predomínio do azul e do vermelho.

Paul Marteau, o grande mestre das cartas em França, traduziu em 1930, com imenso rigor, toda a simbologia do Tarot de MARSELHA e fixou as tonalidades definitivas das cores que permanecem até hoje. Se a origem continua a ser um mistério, então o seu extraordinário poder de adivinhação psicológico e espiritual continuam a ser marcas importantes. A sua influência vibratória é comparável a um tratado de psicologia com imagens. Surpreendentemente, permite comunicar, encontrar soluções e prevenir, aprender a aperfeiçoar o autoconhecimento e uma melhor compreensão dos outros. O Tarot não detém o poder de influenciar os acontecimentos, mas avisa-nos das influências que nos rodeiam para que, com conhecimento de causa e total “livre-arbítrio”, possamos decidir sobre o nosso futuro.
 
Tarot não nos obriga a nada, indica-nos apenas caminhos que podemos seguir ou não, de acordo exclusivamente com a nossa própria vontade. Somos inteiramente responsáveis pelas nossas decisões, nunca devemos esquecer de que toda a ação leva a uma reação. As interpretações e combinações de cartas são infinitas, pois, cada pessoa pode ver um só significado em determinado símbolo, ou mesmo ignorar outros e eleger uma só mensagem como a mais importante. Aleatoriamente, as revelações das cartas surgem diferentes a cada jogada, e é aí que reside a riqueza do Tarot.

Não é, que não haja, atualmente uma certa convenção do que diz cada carta, mas mesmo assim, as imagens podem falar muito mais do que qualquer teoria, pois, foram elas que resistiram ao tempo. Nesse sentido, uma consulta voltada ao autoconhecimento, não mostra factos ou acontecimentos futuros, ela revela sim, aspetos das nossas vidas que precisam de atenção. Além disso, as cartas podem dizer mais sobre momentos que vivemos e de que, muitas vezes, não conseguimos ter uma dimensão ampla. Por isso, o conjunto das 78 cartas pode ser usado não só pelos “iniciados” ou “iluminados”, mas por qualquer pessoa que se proponha a uma visita mais profunda dentro de si mesma. Hoje existe uma série de tarots, voltados a diferentes propósitos, modernos, antigos, xamânicas, mitológicos, egípcios.
 
Todos seguem, de uma certa forma, a mesma base simbólica. Isso significa que a carta da Torre, por exemplo, na maior parte dos tarot's aparecerá como uma torre fulminada, em queda, arruinada. Independente do Tarot a ser escolhido, geralmente os gostos variam muito de pessoa para pessoa, o importante é mergulhar na imagem e deixar que ela nos remeta a lembranças, imagens e correlações com aspetos da nossa vida para que encontremos a resposta. No mercado, há interessantes estudos sobre o Tarot, analisando-o à luz de diversas linhas, do Ocultismo à Cabala, da Psicologia à Astrologia. Escolha a que mais se identifica e boa sorte.

 

Atenciosamente,

Sérgio Silveira

 

 
 
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código deontológico no taro do centroanastacia

Tarot uma arte com regras

CONHEÇA AS NORMAS NO TAROT

 
Um código deontológico é um conjunto de normas, comportamentos e obrigações que devem pautar a atuação do profissional na sua prática diária. Em todas as profissões, deverá haver um código de ética, que pautará a atuação dos profissionais de forma a defender os interesses da comunidade, salvaguardar o profissional e honrar a profissão. 
 
Existem códigos deontológicos com caráter normativo e vinculativo, ou seja, que obrigam os profissionais de determinada atividade a cumprir com rigor os princípios estabelecidos. Por outro lado, há códigos deontológicos cuja função principal será a regulação profissional sendo exclusivamente um instrumento consultivo.
 
Os códigos têm de estar de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de modo a garantir que não haja, ao abrigo de códigos deontológicos, perigo de abusos por parte de determinado grupo sobre a sociedade, em geral.
 

ANASTÁCIA salienta que antes de qualquer consulta, é importante precisar que:

 

1. A prática da adivinhação com ou sem suporte é uma arte espiritual e não pretende, em caso algum, ser uma ciência exata

2. Em consequência, nenhuma pessoa pode pretender que as previsões sejam totalmente fiéis e garantidas. São sim, uma orientação e como tal carece de várias tomadas de decisões que cabem ao consultante fazer. 

3. Neste espaço, temos a obrigação de comprometeremo-nos por todos os meios (uso das nossas competências, dom ou vidência) a dar o melhor seguimento às perguntas e orientar de maneira a conseguir ultrapassar os seus problemas, medos e a garantir um resultado a seu favor. 

4. O resultado da arte da vidência é o esclarecimento do profissional sobre o processo futuro da sua vida, de maneira a ajuda-lo a tomar certas decisões importantes. 

 

ANASTÁCIA estamos verdadeiramente comprometidos em:

 

1. Efetuar consultas com seriedade e prudência na ótica de ajudar e entender o que se irá passar. 

2. Respeitar o segredo profissional e a maior confidencialidade. 

3. Fazer previsões num máximo de tempo de um ano, ou em alguns casos ciclos de três meses. 

4. Não fazer nenhum trabalho oculto (bruxaria, amarrações, magia negra ou feitiçaria). 

 

Com o intuito de preservar uma relação de confiança total entre o cliente e a ANASTÁCIA, nos comprometemos à mais restrita proteção dos seus dados pessoais que nos transmite dentro do quadro das suas consultas.

 

 
 
 
 
 
 
 
 
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Como processa uma consulta de Tarot online
 

Tarot online

CONSULTA DE TAROT

Uma consulta de Tarot on-line na ANASTÁCIA é para mim um assunto sério que levo com uma paixão forte e determinação. Não faço consultas gratuitas, pagas ao minuto ou improvisadas pela internet, pois, acabaria por desfraldar e alterar toda uma arte antiga, por isso não adaptáveis as modernices atuais. Neste caso possibilito uma consulta à distância, mas que vai obedecer a determinadas regras, e por tanto, sempre possível de a fazer. 

Serão sempre feitas individualmente e processadas como qualquer outra consulta presencial (ver detalhes em baixo) em que a única diferença será a não presença do consultante. Todos os processos decorrem normalmente, em que serão assentes e escritos as orientações dadas pelas cartas de Tarot.

Serão assentes as respostas e posteriormente enviadas ao cliente num e-mail de maneira a perceber o que lhe é dito. Em caso de alguma dúvida pode sempre ligar e perguntar algo que não possa ter sido claro para si. Tudo se pode perguntar ao Tarot, basta para isso querer ouvir as respostas. Contacte-nos através do telemóvel 965763788 ou para um dos e-mails. Que a luz eterna esteja sempre ao seu lado.

 

MARQUE A SUA CONSULTA ONLINE

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RESPOSTAS A QUESTÕES FREQUENTES (FAQ)

Leia com atenção antes de fazer uma consulta de tarot.

O que são as consultas on-line?

As consultas on-line são consultas que podem pedir via Internet sem se deslocar ao nosso centro. Depois de feita a consulta é enviado por e-mail o resultado da consulta.

Como funcionam as consultas?

Após receção das vossas perguntas, é feita uma consulta privada em que será perguntada as cartas do Tarot todas as questões enviadas. Após a consulta será escrito tudo aquilo que saiu nas cartas, e enviado para o cliente via e-mail.

Em quanto tempo tenho a minha resposta?

Normalmente terá a sua resposta enviada em 48 horas no máximo. Em caso de atraso devido a vários pedidos serão informados do tempo de envio.

O Tarólogo (Consultor) pediu que necessitava da minha presença, porquÊ?

Em alguns casos as cartas não dizendo nada, terá de pedir a presença da pessoa presencialmente. Caso essa pessoa encontre-se no estrangeiro e não possa deslocar-se ao nosso espaço, será devolvido o pagamento efetuado.

Posso pedir o que quero saber e as cartas dizem-ME?

Por norma terá sempre todas as respostas que fazem. Nem sempre será as respostas que espera, mas não ficará sem uma orientação.

Em quanto tempo falam as cartas?

As cartas falam no mínimo de três meses ao máximo de um ano. Em casos excecionais poderão falar até 10 anos.

Quanto custa esta consulta? 

Esta consulta custa 40€ (quarenta euros) e terá de ser efetuada por transferência bancária. 

Dados necessários para a Consulta?

Precisamos do nome completo e data de nascimento. Nas senhoras, por favor enviar o nome de batismo ou de solteiras, (e não o de casadas).

Quantas questões podem fazer?

Poderá fazer até cinco perguntas no máximo. As perguntas podem ser sobre si próprio, o marido ou um familiar. Caso faça sobre o trabalho deve indicar o local onde trabalha. Qualquer outra questão pode sempre perguntar primeiro, que será indicado a forma e que dados iremos precisar.

O que é o código deontológico?

São um conjunto de normas que normalmente um profissional de terapias alternativas segue como forma de orientação para uma consulta séria do que faz. Por isso é muito importante ler antes de fazer uma consulta. Veja aqui o CÓDIGO DEONTOLÓGICO.

 

 
 
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consulta de tarot presencial no centroanastacia

Tarot

DETALHES DE UMA CONSULTA

Se deseja conhecer mais por dentro o que se passa numa consulta de Tarot, então está na hora de experimentar.

contacto telefónico da anastacia Faça a marcação pelo contacto telefónico 965 763 788

 

Vamos levantar um pouco do véu sobre como se processa uma consulta de Tarot presencial no Centro Anastácia. Mostramos em termos gerais o que o Consultante vai encontrar numa consulta de Tarot. Em primeiro lugar vai encontrar um local calmo e tranquilo, onde pode falar e conversar calmamente. Nesse espaço dispomos de uma decoração simples, mas destinada a proporcionar um ambiente de conforto. Pode ainda desfrutar de uma música ambiente relaxante.

No início da consulta de Tarot, não serão permitidos telemóveis ligados ou qualquer outro dispositivo sonoro, na sala. O consultante deverá permanecer sentado, sem cruzar as pernas e os braços, pois, assim permitirá o fluir das energias e dos seus pensamentos. Começa-se com uma oração, feita pelo Consultor que após terminar, pede que o Consultante separe as cartas a meio. A partir dai começa o início da consulta, lançando as cartas e transmitindo ao Consultante o que vai ser comunicado. Não espere que as cartas adivinhem tudo na sua vida, mas esteja atento, pois, irão falar dos assuntos mais prioritários nesse período.

A leitura do Tarot, é uma arte de orientação e aconselhamento, de forma a alcançar a paz e a harmonia interior. Numa consulta as cartas não mentem, porque entre elas, o consultante e o Tarólogo (Consultor), estabelecem um poderoso campo magnético. Ainda que o consultante pretenda enganar, as suas energias profundas e a energia que emana das cartas favorecem um diálogo cabalístico. Tudo isto vai determinar a posição das cartas durante a leitura, e primeiro de tudo a grande força da intuição e a perceção do Tarólogo, dada pelos seus guias CIGANOS.

A Cartomancia, é um dos costumes ciganos mais conhecidos, afinal muitas pessoas recorrem a este povo para saber o futuro pelas cartas. A simbologia das cartas tem o objetivo de fazer com que o consultante encontre o seu próprio caminho, sem esquecer, é claro, de respeitar o livre-arbítrio de cada um.

Digo sempre que a magia nas cartas nada mais é do que o próprio poder alquímico de transformar a vida pela perceção do nosso interior, harmonizando-o com o exterior, conforme a orientação que os símbolos enviam pelo inconsciente.

A leitura no método Cigano é um oráculo que nos leva a desenvolver bastante a nossa intuição. As mensagens do Tarot de Marselha representam e encaixam na sua realidade, mas nem sempre são informações diretas, por isso, é muito importante a sua interpretação intuitiva.

 

Espero ir de encontro as suas questões e poder ajudar na sua jornada nesta vida.

Cordialmente,

Sérgio Silveira